Sindicato dos Médicos do Ceará denuncia precariedade e superlotação no repouso médico dos profissionais do Instituto Dr. José Frota

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Sindicato dos Médicos do Ceará denuncia precariedade e superlotação no repouso médico dos profissionais do Instituto Dr. José Frota

 In capuchino-news

O Sindicato dos Médicos do Ceará encaminhou, na última segunda-feira, 13, um ofício à Dra. Riane Azevedo, superintendente do Instituto Dr. José Frota (IJF), cobrando providências quanto às denúncias de estrutura precária e superlotação no espaço destinado ao repouso dos profissionais de saúde. De acordo com informações do Departamento Jurídico do Sindicato, os médicos informaram que a unidade hospitalar não disponibiliza camas suficientes para atender a necessidade de todos os funcionários.

Ainda segundo as denúncias dos médicos, devido à ausência de camas, precisam dormir dentro dos seus carros no momento de descanso. Além disso, os médicos reclamam da quantidade insuficiente de roupas de cama, sendo obrigados a levarem da própria casa.

Para o presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Leonardo Alcântara, o descanso é um direito que precisa ser respeitado, além de ser uma necessidade. “Diante dessas denúncias, o Sindicato chama a atenção da sociedade e autoridades para mostrar o quão precários são os locais destinados ao repouso médico. A situação dos médicos do IJF é precária e tem que ser regularizada urgentemente”, esclarece Leonardo.

Sobre o Sindicato dos Médicos do Ceará

Fundado em 1941, o Sindicato dos Médicos do Ceará é uma associação de profissionais que trabalha pela valorização da atividade médica e, consequentemente, pela melhoria contínua da saúde no Estado. Em parceria com as demais entidades representativas da categoria, o Sindicato está pautado por atribuições, são elas: reivindicar melhorias nas condições de saúde da população e buscar o fortalecimento do sistema público de saúde; representar os interesses gerais da categoria ou interesses individuais de filiados; celebrar acordos e convenções coletivas de trabalho e suscitar dissídios coletivos; colaborar como órgão técnico consultivo no estudo e solução de problemas relacionados com a categoria; e zelar pelo cumprimento da legislação, acordos e convenções coletivas de trabalho, sentenças normativas e demais institutos que assegurem direitos à categoria.

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